Internacional Archives - https://jnewscast.com.br/category/internacional/ Fri, 09 Jan 2026 14:40:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/jnewscast.com.br/wp-content/uploads/2025/02/cropped-cropped-cropped-CAS.png?fit=32%2C32&ssl=1 Internacional Archives - https://jnewscast.com.br/category/internacional/ 32 32 241531454 Brasil prioriza estabilidade sob Delcy e descarta pedir eleição na Venezuela https://jnewscast.com.br/brasil-prioriza-estabilidade-sob-delcy-e-descarta-pedir-eleicao-na-venezuela/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=brasil-prioriza-estabilidade-sob-delcy-e-descarta-pedir-eleicao-na-venezuela Fri, 09 Jan 2026 14:40:45 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=1322 O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem como principal preocupação a estabilidade da Venezuela, agora sob o comando de Delcy Rodríguez, ao mesmo tempo em que descarta pressionar o regime chavista por novas eleições.  Delcy assumiu oficialmente o poder na segunda-feira (5), dois dias depois de militares americanos terem capturado o […]

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem como principal preocupação a estabilidade da Venezuela, agora sob o comando de Delcy Rodríguez, ao mesmo tempo em que descarta pressionar o regime chavista por novas eleições.
 

Delcy assumiu oficialmente o poder na segunda-feira (5), dois dias depois de militares americanos terem capturado o ditador Nicolás Maduro durante ataque contra Caracas.

Passada quase uma semana, diplomatas e outros auxiliares de Lula dizem que a abordagem inicial do Brasil envolve duas frentes. Primeiro, denunciar publicamente o que o Planalto vê como uma violação do direito internacional e da soberania da Venezuela, além de um perigoso precedente que deixa outras nações da América Latina vulneráveis.
 

Segundo, contribuir, dentro das limitações do Brasil, para que haja um mínimo de estabilidade política na Venezuela. Assessores de Lula destacam que ainda não está claro o nível de coesão do chavismo em torno de Delcy, nem o arranjo que será construído entre Caracas e Washington.

Trump disse que os EUA administrarão o país até uma transição e que o regime venezuelano entregará de 30 a 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos. Nesta quarta-feira (7), o republicano afirmou que a supervisão americana sobre a Venezuela pode durar mais tempo e que o regime chavista, até o momento, tem aceitado tudo o que os EUA julgam necessário.
 

Já Delcy declarou que nenhum agente externo governará o país.
 

Para o governo Lula, Delcy conseguiu reunir em torno de si legitimidade interna (junto ao chavismo) e externa (ao ser tratada como interlocutora pelos EUA). Dessa forma, ela é vista como a melhor aposta para evitar um cenário de conflagração política e social na Venezuela, algo que pode ter efeitos negativos sobre o Brasil —os dois países compartilham mais de 2 mil quilômetros de fronteira.
 Nesse sentido, o governo Lula tratou Delcy como líder do país na ausência de Maduro desde o primeiro momento. Como a Folha revelou, o próprio petista ligou para a chavista pouco depois de Maduro ter sido capturado. O objetivo do telefonema, segundo o Palácio do Planalto, era confirmar com autoridades do regime as notícias que chegavam pelos meios de comunicação.
 

Ainda no sábado (3), a secretária-geral do Itamaraty, embaixadora Maria Laura da Rocha, disse que o Brasil considerava Delcy a presidente interina. Já a embaixadora do Brasil em Caracas, Glivânia Maria de Oliveira, compareceu à cerimônia de posse da líder interina, em mais um sinal de que o Planalto a reconhece como a nova governante do país.

Ainda na segunda-feira, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), disse que o Brasil enviará à Venezuela insumos e medicamentos para pacientes que precisam de diálise. De acordo com ele, os bombardeios no país destruíram um centro de tratamento de pacientes renais.
 

O pedido ao ministério chegou pela Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). Lula não só deu aval à ajuda como determinou que o Brasil contribua com o que for necessário. Um avião venezuelano deve pousar nesta sexta-feira (9) em Guarulhos para recolher os insumos.
 

Nas palavras de um auxiliar do petista, a disposição do governo federal de apoiar o país vizinho com medidas que evitem um agravamento da crise é total.
 

Se, por um lado, a estratégia prioriza a garantia da estabilidade política na Venezuela, por outro o Planalto e o Itamaraty têm ignorado pleitos por apoio a uma transição no país vizinho ou mesmo à realização de eleições.
 

Maduro foi declarado vencedor das últimas eleições venezuelanas, em julho de 2024, num pleito repleto de acusações de fraude e não reconhecido por uma série de governos.
 

Um grupo de países incluiu, na reação imediata aos ataques, a defesa de um processo de transição política na Venezuela.
 

O governo da França, por exemplo, disse na segunda que a ação americana era contrária à Carta da ONU, mas destacou que foi aberta no país uma possibilidade de transição que precisa ser “pacífica, democrática e que respeite as escolhas do povo venezuelano”.
 

Já o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou que seu país defende há anos um processo de transição que respeite a vontade democrática dos venezuelanos.
 

A alta representante da União Europeia para Negócios Estrangeiros, Kaja Kallas, declarou que o respeito à vontade do povo venezuelano é o único caminho para “restaurar a democracia e resolver a crise atual”. A fala da europeia foi endossada por todos os países da UE, com exceção da Hungria.
 

O governo Lula, por outro lado, concentrou todas as suas manifestações até o momento no fato de que a captura de Maduro viola o direito internacional e que os bombardeios têm consequências negativas para a região. Não houve qualquer menção a eleições ou a uma transição democrática no país vizinho.
 

Diferentes fatores explicam a linha brasileira, de acordo com auxiliares de Lula ouvidos pela Folha sob condição de anonimato.
 

O governo Lula sempre desconfiou da oposição venezuelana e nunca viu com bons olhos a possibilidade de que o grupo de María Corina Machado —considerada pelo Planalto uma liderança de extrema direita— chegasse ao poder.
 

Além disso, assessores de Lula dizem que fazer comentários sobre o processo político interno venezuelano violaria o princípio da não intervenção em assuntos internos de outros países.
 

Por último, o fato de o próprio Trump ter rechaçado a convocação de novas eleições no curto prazo na Venezuela e ter tratado Delcy como a líder do país enfraquece o movimento dos demais países por uma transição.

Fonte: Bahia Noticias

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Putin ataca Ucrânia com supermíssil https://jnewscast.com.br/putin-ataca-ucrania-com-supermissil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=putin-ataca-ucrania-com-supermissil Fri, 09 Jan 2026 14:36:12 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=1315 As forças de Vladimir Putin usaram pelo menos um supermíssil durante um grande ataque aéreo à Ucrânia na noite desta quinta-feira (8). A ação tem a marca registrada do modelo balístico de alcance intermediário russo Orechnik, desenhado para guerras nucleares, que havia sido testado contra o país em novembro de 2024. A ação ocorreu em […]

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As forças de Vladimir Putin usaram pelo menos um supermíssil durante um grande ataque aéreo à Ucrânia na noite desta quinta-feira (8). A ação tem a marca registrada do modelo balístico de alcance intermediário russo Orechnik, desenhado para guerras nucleares, que havia sido testado contra o país em novembro de 2024.

A ação ocorreu em meio à pressão europeia por um acordo de paz favorável a Kiev na guerra iniciada por Vladimir Putin em 2022, e um dia depois de forças dos Estados Unidos apreenderem um petroleiro de bandeira russa com óleo embargado venezuelano. Até aqui, Moscou havia reagido de forma discreta ao caso.

O ataque foi contra a região de Lviv, a principal cidade da região oeste da Ucrânia. Foi alvejado, segundo o governo local, o maior depósito subterrâneo de gás da Europa, em Strii, a cerca de 100 km da fronteira da Polônia, país membro da aliança militar Otan.

Câmeras de segurança captaram os clarões às 23h46 (18h46 em Brasília), antecipando uma noite com diversos ataques em vários pontos do país. Em Kiev, ao menos três pessoas morreram.

O bombardeio ocorre também 11 dias depois de a Rússia acusar a Ucrânia de ter tentado alvejar uma residência de verão de Putin com aviões-robôs. O presidente Volodimir Zelenski negou a iniciativa e disse que Moscou queria tumultuar as negociações de paz que travava com os EUA e a Europa.

Na ocasião, o Kremlin havia dito que já tinha selecionado alvos para o ataque retaliatório, levando a temores de que o Orechnik (aveleira, em russo) fosse empregado. Em 2024, Putin havia chegado a dizer que poderia usar a arma contra “os centros de decisão” em Kiev, ou seja, matar Zelenski.

Mais cedo nesta quinta, Zelenski havia dito em seu usual pronunciamento noturno que havia movimentações suspeitas no centro de lançamento de Kasputin Iar, em Astrakhan, de onde o Orechnik lançado contra Dnipro há pouco mais de um ano.

O local fica a cerca de 1.800 km de Lviv. O supermíssil não tem alcance divulgado, mas se encaixa na categoria que pode variar de 550 km a 5.000 km, segundo as definições internacionais.
Segundo o Comando Oeste da Força Aérea ucraniana, as ogivas atingiram o alvo a Mach 11 (13,5 mil km/h), exatamente o registrado no primeiro ataque do Orechnik, contra a cidade de Dnipro (leste).

As imagens captadas não deixam dúvidas de que foi o modelo, ou um com características idênticas que não tenha sido divulgado pela Rússia ou conhecido por analistas militares.

Vídeos gravados por moradores mostraram a reentrada na atmosfera de múltiplas ogivas em altíssima velocidade e envoltas em plasma incandescente, exatamente como ocorreu em Dnipro.

Um analista militar russo que viu as imagens disse à Folha, por mensagem, não haver dúvida do emprego, também apontado pelo influente canal de Telegram Ribar. Uma unidade de segurança nuclear de Lviv foi ao local procurar resíduos radioativos, mas não encontrou nada.

Um alerta de lançamento de Kasputin Iar havia sido declarado 11 minutos antes das explosões. Houve apagões na região.

O míssil, que emprega até seis ogivas independentes, uma formulação típica para o emprego de armas nucleares -que, por óbvio, não foram usadas agora. Quando atingiu Dnipro, um vídeo permitiu ver que cada ogiva tinha até seis submunições, que naquela ocasião não tinham explosivos, apenas sua força cinética.

Ela é brutal: as cargas caem a 11 vezes a velocidade do som, ou 13,5 mil km/h. Como o míssil sai da atmosfera, sua detecção precisaria ter sido feita por sensores dos EUA ou da Europa inexistentes na Ucrânia. E Kiev não tem interceptadores capazes de atingir tais armas no espaço.

Putin sempre que pode faz propaganda do míssil, considerado por ele invencível. Depois do alegado ataque à residência presidencial, a Rússia anunciou a abertura do primeiro batalhão operacional do Orechnik em Belarus, com alcance para atingir toda a Europa. Mas o lançamento desta quinta foi da base mais distante, na Rússia.

Se o ataque for limitado à região de Lviv, cidade simbólica por ser distante das regiões de maioria étnica russa da Ucrânia e próxima da Polônia, foi uma sinalização de Putin ao Donald Trump.

O Kremlin anda silente acerca das negociações de paz que ocorreram em Paris nesta semana, mas nesta quinta a chancelaria reafirmou que a proposta de envio de uma força de paz franco-britânica para monitorar na Ucrânia um eventual cessar-fogo tornaria as tropas “alvos legítimos”.

Há diversos outros pontos que não estão claros nos termos, como a cessão territorial que Zelenski está disposto a aceitar. O foco na questão das garantias de segurança contra uma eventual agressão russa após a paz irritou o governo russo.

Nesta quinta, o presidente ucraniano havia dito que estava tudo pronto para submeter o plano a Trump, o fiador das conversas. O negociador russo Kirill Dmitriev esteve nesta quinta em Paris e encontrou-se com o colega americano Steve Witkoff e o genro de Trump Jared Kushner, que participaram dos debates com Zelenski e europeus.

O ataque com o Orechnik é uma demonstração de força de Putin para a hora em que for abordado pelo colega americano. Além disso, há a questão da apreensão do petroleiro de bandeira russa.

Como a Folha mostrou, no governo russo há a impressão que o sucesso militar contra Nicolás Maduro no sábado (3) poderá fazer Trump endurecer sua posição, usualmente mais favorável a Moscou.

O Orechnik foi desenvolvido a partir de um modelo anterior soviético. Em 2019, Trump em seu primeiro mandato determinou a saída dos EUA do tratado INF, sigla inglesa para Forças Nucleares Intermediárias, que proibia a instalação nos países da Europa de mísseis com o tal alcance: de 550 km a 5.500 km.

O tratado era parte do tripé que sustentou o fim da Guerra Fria. O último acordo remanescente, de armas estratégicas, vence no dia 5 de fevereiro. Putin ofereceu uma extensão, mas Trump indicou nesta quinta que não topará. “Se expirar, expirou”, disse ao jornal New York Times.

Fonte: Politica Livre

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Maioria dos americanos rejeita que EUA assumam controle da Venezuela e escolham novo governo https://jnewscast.com.br/maioria-dos-americanos-rejeita-que-eua-assumam-controle-da-venezuela-e-escolham-novo-governo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=maioria-dos-americanos-rejeita-que-eua-assumam-controle-da-venezuela-e-escolham-novo-governo Wed, 07 Jan 2026 12:05:12 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=1306 Os americanos estão divididos entre a aprovação e a desaprovação do envio de forças militares dos Estados Unidos para capturar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Apesar disso, a maioria avalia que a operação deveria ter passado pelo crivo do Congresso norte-americano. Os dados constam em pesquisa do Washington Post, que ouviu 1.004 adultos por meio […]

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Os americanos estão divididos entre a aprovação e a desaprovação do envio de forças militares dos Estados Unidos para capturar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Apesar disso, a maioria avalia que a operação deveria ter passado pelo crivo do Congresso norte-americano. Os dados constam em pesquisa do Washington Post, que ouviu 1.004 adultos por meio de mensagens de texto.

Segundo o levantamento, seis em cada dez entrevistados afirmaram ter acompanhado “uma boa quantidade” de informações sobre a operação. As respostas foram levemente editadas na tradução para maior clareza.

Questionados se aprovam ou desaprovam o envio de tropas à Venezuela para capturar Maduro, 40% disseram aprovar, 42% desaprovaram e 18% afirmaram não ter certeza. O resultado aponta um empate técnico, com leve vantagem para a desaprovação.

A divisão é ainda mais evidente quando analisada por orientação política. Entre os republicanos, 74% aprovam a operação. Já entre os democratas, 76% desaprovam. Entre os independentes, há mais reprovação do que apoio, além de um percentual elevado de indecisos.

Sobre a decisão unilateral do presidente Donald Trump, 63% dos entrevistados afirmaram que a operação deveria ter exigido aprovação do Congresso, enquanto 37% consideraram apropriado que Trump a tivesse ordenado por conta própria. Entre republicanos, a maioria avalia a decisão como correta, numa proporção de cerca de três para um. Democratas e independentes, por sua vez, defendem majoritariamente que o Congresso deveria ter autorizado a ação.

A pesquisa também abordou a possibilidade de Maduro ser julgado nos EUA por tráfico de drogas. Metade dos entrevistados (50%) defendeu que ele seja levado a julgamento. Outros 36% disseram não ter certeza, e 14% afirmaram que isso não deveria ocorrer.

Quando o tema é uma eventual intervenção mais profunda, a rejeição aumenta. Apenas 24% apoiariam que os Estados Unidos assumissem o controle da Venezuela e escolhessem um novo governo. Já 45% se opõem à ideia, enquanto 30% não souberam opinar.

Por fim, a pesquisa mostra consenso quase absoluto sobre quem deve decidir o futuro político do país. Para 94% dos americanos, cabe ao próprio povo venezuelano definir sua liderança. Apenas 6% acreditam que essa decisão deveria ficar a cargo dos Estados Unidos.

O levantamento foi realizado nos dias 3 e 4 de janeiro de 2026, com uma amostra nacional aleatória do Painel de Opinião da SSRS. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Fonte: Bahia Noticias

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Trump afirma que os EUA não precisarão agir em Cuba, que cairá sozinha https://jnewscast.com.br/trump-afirma-que-os-eua-nao-precisarao-agir-em-cuba-que-caira-sozinha/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=trump-afirma-que-os-eua-nao-precisarao-agir-em-cuba-que-caira-sozinha Mon, 05 Jan 2026 12:27:09 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=1291 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou a necessidade de intervir em Cuba, durante entrevista concedida na noite deste domingo, 4, a bordo do Air Force One. O líder americano afirmou que acredita que o regime cubano irá cair sozinho com o fim da ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela. “Os seguranças de Maduro […]

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou a necessidade de intervir em Cuba, durante entrevista concedida na noite deste domingo, 4, a bordo do Air Force One. O líder americano afirmou que acredita que o regime cubano irá cair sozinho com o fim da ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela. “Os seguranças de Maduro eram cubanos, ele enviava dinheiro para Cuba”, afirmou Trump, que disse ainda que os cubanos nos EUA ficarão felizes com o fim do regime castrista.

Fonte: Politica Livre

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Corte dos EUA Autoriza Temporariamente Mobilização de Tropas da Guarda Nacional em Los Angeles https://jnewscast.com.br/corte-dos-eua-autoriza-temporariamente-mobilizacao-de-tropas-da-guarda-nacional-em-los-angeles/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=corte-dos-eua-autoriza-temporariamente-mobilizacao-de-tropas-da-guarda-nacional-em-los-angeles Fri, 13 Jun 2025 13:14:21 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=1038 A segunda instância da Justiça dos Estados Unidos concedeu uma autorização temporária ao governo de Donald Trump para manter a mobilização de tropas da Guarda Nacional em Los Angeles, em meio aos protestos contra as operações de fiscalização e detenções de imigrantes. A decisão foi emitida poucas horas após um juiz federal ter bloqueado a […]

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A segunda instância da Justiça dos Estados Unidos concedeu uma autorização temporária ao governo de Donald Trump para manter a mobilização de tropas da Guarda Nacional em Los Angeles, em meio aos protestos contra as operações de fiscalização e detenções de imigrantes. A decisão foi emitida poucas horas após um juiz federal ter bloqueado a mobilização das tropas pelo governo federal na Califórnia.

A ordem do 9º Tribunal de Apelações dos EUA não analisou o mérito da decisão anterior, o que significa que não há uma conclusão definitiva sobre o caso. A decisão apenas suspende a determinação da primeira instância, permitindo que o comando da Guarda Nacional continue sob o controle do presidente, por enquanto.

O painel de três juízes que tomou a decisão é composto por dois magistrados nomeados por Trump durante seu primeiro mandato e um juiz nomeado pelo ex-presidente democrata Joe Biden. Os juízes informaram que realizarão uma audiência na próxima terça-feira (17) para discutir o mérito da decisão inicial.

Em suas redes sociais, Trump comemorou a decisão, agradecendo ao tribunal. “A Corte de Apelações decidiu que posso usar a Guarda Nacional para manter nossas cidades seguras, neste caso, Los Angeles. Se eu não tivesse enviado os militares, LA estaria em chamas. Salvamos a cidade. Obrigado pela decisão”, escreveu o ex-presidente.

No entanto, horas antes, o juiz federal Charles Breyer, com sede em São Francisco, havia declarado ilegal a mobilização da Guarda Nacional por Trump. A decisão de Breyer, que contou com 36 páginas, determinava que o controle das tropas fosse transferido de volta para o governador da Califórnia, Gavin Newsom, que havia processado o governo federal. A ordem de Breyer foi suspensa aproximadamente duas horas e meia após sua emissão.

Em resposta, o gabinete de Newsom destacou a declaração do governador após a decisão inicial, enfatizando que, embora a decisão do juiz federal tenha sido suspensa temporariamente, ela não foi revertida. “Estou confiante de que, após a revisão, ela será mantida”, afirmou Newsom, referindo-se à decisão do juiz Breyer.

Trump havia mobilizado a Guarda Nacional no sábado (7) em resposta aos protestos que surgiram devido às operações de imigração em Los Angeles. Na segunda-feira (9), ele ordenou o apoio dos fuzileiros navais à Guarda Nacional.

Um batalhão de 700 fuzileiros navais deverá chegar à cidade nesta sexta-feira, marcando um uso raro de forças militares em apoio a operações policiais civis dentro do país. O governador Newsom e outros críticos de Trump chamaram a decisão de autoritária.

As tropas da Guarda Nacional ficaram posicionadas em um centro de detenção federal no centro de Los Angeles, onde muitos dos protestos em solidariedade aos imigrantes detidos ocorreram. Até o momento, os protestos têm sido em sua maioria pacíficos, com alguns incidentes de violência esporádicos, concentrados em áreas limitadas da cidade.

Esse é o principal argumento de Newsom e da prefeita de Los Angeles, Karen Bass, que criticam Trump pela mobilização das tropas, alegando que o presidente está inflando as tensões deliberadamente. A decisão do juiz Breyer também utiliza termos semelhantes para justificar a suspensão do uso das forças militares pelo governo federal no estado.

Desde o início da mobilização, a Guarda Nacional tem acompanhado agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) em suas operações de detenção de imigrantes.

Redação: JNEWSCAST

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Chiclayo Celebra o Papa Leão XIV: Da Diocese ao Vaticano, uma Jornada de Fé e Dedicação https://jnewscast.com.br/chiclayo-celebra-o-papa-leao-xiv-da-diocese-ao-vaticano-uma-jornada-de-fe-e-dedicacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=chiclayo-celebra-o-papa-leao-xiv-da-diocese-ao-vaticano-uma-jornada-de-fe-e-dedicacao Tue, 13 May 2025 14:14:12 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=745 A cidade de Chiclayo, no norte do Peru, vive um momento histórico com a eleição de Robert Francis Prevost como Papa Leão XIV. Nascido em Chicago, Prevost dedicou mais de duas décadas à missão agostiniana no Peru, estabelecendo uma profunda conexão com a comunidade local. Durante seu tempo como bispo de Chiclayo, de 2014 a […]

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A cidade de Chiclayo, no norte do Peru, vive um momento histórico com a eleição de Robert Francis Prevost como Papa Leão XIV. Nascido em Chicago, Prevost dedicou mais de duas décadas à missão agostiniana no Peru, estabelecendo uma profunda conexão com a comunidade local. Durante seu tempo como bispo de Chiclayo, de 2014 a 2023, foi reconhecido por sua humildade, dedicação à justiça social e apoio durante crises, como a pandemia de COVID-19 e desastres naturais .

A eleição de Leão XIV foi celebrada com entusiasmo em Chiclayo. Cartazes comemorativos com a imagem do papa e a inscrição “o papa de Chiclayo” foram espalhados pela cidade, incluindo a praça principal, em frente à catedral e nas proximidades da Cúria, onde Prevost residiu. A prefeitura e empresários locais estão organizando visitas a vilas de pescadores e pequenas povoações que Prevost frequentava durante seu tempo como bispo .

Além disso, a cidade de Ciudad de Eten, ao sul de Chiclayo, espera que o reconhecimento oficial do milagre eucarístico do “Divino Menino” seja acelerado com a eleição de Leão XIV. Os fiéis locais, que celebram anualmente esse milagre, aguardam a construção de um santuário para homenagear esse evento sagrado .

Redação: JNEWSCAST

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Papa Leão XIV: Robert Prevost Critica Políticas de Trump e Vance nas Redes Sociais https://jnewscast.com.br/papa-leao-xiv-robert-prevost-critica-politicas-de-trump-e-vance-nas-redes-sociais/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=papa-leao-xiv-robert-prevost-critica-politicas-de-trump-e-vance-nas-redes-sociais Fri, 09 May 2025 12:25:03 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=711 O novo Papa Leão XIV, Robert Francis Prevost, de 69 anos, natural de Chicago e cardeal americano naturalizado peruano, tem se destacado por suas postagens nas redes sociais que criticam políticas da administração de Donald Trump.Facebook+1The Times+1 Em 14 de abril, Prevost compartilhou no X (antigo Twitter) um artigo de um veículo católico que questionava […]

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O novo Papa Leão XIV, Robert Francis Prevost, de 69 anos, natural de Chicago e cardeal americano naturalizado peruano, tem se destacado por suas postagens nas redes sociais que criticam políticas da administração de Donald Trump.Facebook+1The Times+1

Em 14 de abril, Prevost compartilhou no X (antigo Twitter) um artigo de um veículo católico que questionava a visita do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, a Trump, onde ambos comemoraram a deportação de imigrantes, incluindo um com status protegido. O artigo citava o bispo auxiliar de Washington, Evelio, que questionava: “Vocês não veem o sofrimento? Sua consciência não se perturba? Como conseguem permanecer em silêncio?”

Anteriormente, em 3 de fevereiro, o pontífice republicou um artigo de outro veículo cristão que criticava o vice-presidente J.D. Vance. O artigo argumentava que Jesus não nos pede para classificar nosso amor pelos outros, contrapondo-se a declarações de Trump que afirmavam que o amor cristão deve seguir uma hierarquia, começando pela família e terminando com o restante do mundo.

Prevost, conhecido por seu trabalho missionário no Peru e por sua postura moderada dentro da Igreja, tem se alinhado com as ideias do Papa Francisco, promovendo justiça social, direitos dos imigrantes e combate às mudanças climáticas. Sua eleição como Papa Leão XIV marca uma continuidade da linha progressista do pontificado anterior.

Redação: JNEWSCAST

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Justiça Espanhola Anula Condenação de Daniel Alves por Estupro https://jnewscast.com.br/justica-espanhola-anula-condenacao-de-daniel-alves-por-estupro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=justica-espanhola-anula-condenacao-de-daniel-alves-por-estupro Fri, 28 Mar 2025 13:52:29 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=271 Imagem Reprodução Internet A Justiça da Espanha anulou a condenação do ex-lateral da Seleção Brasileira, Daniel Alves, por estupro. O Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, por decisão unânime, considerou que as provas apresentadas não eram suficientes para sustentar a culpa do jogador na acusação de agressão sexual ocorrida em uma boate na noite de […]

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Imagem Reprodução Internet

A Justiça da Espanha anulou a condenação do ex-lateral da Seleção Brasileira, Daniel Alves, por estupro. O Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, por decisão unânime, considerou que as provas apresentadas não eram suficientes para sustentar a culpa do jogador na acusação de agressão sexual ocorrida em uma boate na noite de 31 de dezembro de 2022. Com isso, todas as medidas cautelares contra ele foram revogadas.

Os magistrados apontaram falhas no julgamento de primeira instância, incluindo “lacunas, imprecisões, inconsistências e contradições” sobre os fatos, a avaliação jurídica e suas consequências. Também questionaram a “falta de confiabilidade” no depoimento da suposta vítima, destacando que seu relato “não correspondia à realidade”. Além disso, a jovem teria negado um ato sexual que, segundo exames de DNA, apresentava “altíssima probabilidade” de ter ocorrido.

A corte ressaltou que a condenação inicial baseou-se exclusivamente no relato da denunciante, sem confronto adequado com outras evidências, como impressões digitais e exames biológicos.

Inicialmente, o Ministério Público da Espanha havia solicitado uma pena de nove anos de prisão para Alves, mas ele foi condenado a quatro anos e seis meses. O jogador aguardava o desfecho do caso em liberdade, após pagar uma fiança de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,4 milhões na época). A anulação da condenação foi assinada pelas magistradas María Àngels Vivas, Roser Bach e María Jesús Manzano, além do magistrado Manuel Álvarez.

Por Redação JNEWSCAST

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