Economia Archives - https://jnewscast.com.br/category/economia/ Mon, 09 Feb 2026 15:28:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/jnewscast.com.br/wp-content/uploads/2025/02/cropped-cropped-cropped-CAS.png?fit=32%2C32&ssl=1 Economia Archives - https://jnewscast.com.br/category/economia/ 32 32 241531454 Galípolo afirma ter sido amparado pela gestão Lula durante crise envolvendo o banco Master https://jnewscast.com.br/galipolo-afirma-ter-sido-amparado-pela-gestao-lula-durante-crise-envolvendo-o-banco-master/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=galipolo-afirma-ter-sido-amparado-pela-gestao-lula-durante-crise-envolvendo-o-banco-master https://jnewscast.com.br/galipolo-afirma-ter-sido-amparado-pela-gestao-lula-durante-crise-envolvendo-o-banco-master/#respond Mon, 09 Feb 2026 15:28:44 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=1413 O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, declarou que se sente grato por ter enfrentado o caso envolvendo o banco Master durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A afirmação foi feita durante um evento promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC). Segundo Galípolo, o momento foi decisivo para reafirmar a […]

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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, declarou que se sente grato por ter enfrentado o caso envolvendo o banco Master durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A afirmação foi feita durante um evento promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC).

Segundo Galípolo, o momento foi decisivo para reafirmar a independência das instituições. “Sou grato a Deus por atravessar esse episódio sob a presidência do presidente Lula. É importante destacar o respeito à autonomia do Banco Central e da Polícia Federal”, afirmou.

O chefe da autoridade monetária também mencionou o respaldo recebido do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, além de reconhecer a atuação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e da Polícia Federal ao longo do processo.

Durante o discurso, Galípolo explicou os motivos que levaram à liquidação do banco controlado por Daniel Vorcaro. De acordo com ele, a decisão foi necessária diante da fragilidade financeira da instituição e do acúmulo de obrigações a vencer, especialmente relacionadas a Certificados de Depósito Bancário (CDBs).

“O banco dispunha de apenas R$ 4 milhões em caixa, já enfrentava um processo administrativo sancionador desde o primeiro trimestre de 2025 por um déficit superior a R$ 2,5 bilhões no recolhimento compulsório e, naquela mesma semana, havia mais de R$ 120 milhões em CDBs com vencimento”, explicou.

O recolhimento compulsório corresponde à parcela dos recursos captados pelas instituições financeiras que deve ser depositada obrigatoriamente no Banco Central.

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Investidores do Master aguardam indenização do FGC após 50 dias da liquidação https://jnewscast.com.br/investidores-do-master-aguardam-indenizacao-do-fgc-apos-50-dias-da-liquidacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=investidores-do-master-aguardam-indenizacao-do-fgc-apos-50-dias-da-liquidacao Wed, 07 Jan 2026 12:09:22 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=1309 Passados 50 dias desde a liquidação do Banco Master, decretada pelo BC (Banco Central) em 18 de novembro, investidores que aplicaram em CDBs e outros títulos de renda fixa da instituição ainda aguardam o início do pagamento do dinheiro pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos).  Para dar início aos pagamentos, o FGC precisa receber do […]

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Passados 50 dias desde a liquidação do Banco Master, decretada pelo BC (Banco Central) em 18 de novembro, investidores que aplicaram em CDBs e outros títulos de renda fixa da instituição ainda aguardam o início do pagamento do dinheiro pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
 

Para dar início aos pagamentos, o FGC precisa receber do liquidante a relação de investidores com direito à garantia. A consolidação dessas informações leva um tempo e varia de caso a caso, mas, em liquidações recentes, o prazo médio para essa etapa ficou entre 30 e 40 dias.

Em nota, o FGC afirma que ainda está aguardando a lista de credores. Concluída essa fase, os repasses serão feitos aos investidores, dentro do limite de cobertura de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. “Sobre motivos de demora, apenas o liquidante pode responder, já que cada liquidação tem a sua particularidade. O FGC está pronto para dar continuidade ao processo de pagamento assim que receber a lista”, diz o fundo.
 

Procurado pela reportagem, o liquidante Eduardo Felix Bianchini não respondeu ao pedido de entrevista da reportagem até a publicação deste texto.

A demora, de acordo com uma pessoa com conhecimento do assunto, se deve neste momento à complexidade desta liquidação, que envolve o pagamento de 1,6 milhão de credores com direito a uma indenização do FGC que soma ao todo R$ 41 bilhões.
 

Este será o maior resgate em termos de volume financeiro da história do FGC, criado em 1995. Até então, o maior desembolso foi o do Bamerindus, em 1997, de cerca de R$ 20 bilhões em valores atuais. Em relação aos reembolsados, porém, o Bamerindus segue como o maior caso, com 3.913.229 de clientes pagos.
 

O tempo de espera de 50 dias para o recebimento da indenização no caso do Banco Master é o maior desde a liquidação do Banco Rural, ocorrida em 2 de agosto de 2013. Nesse caso, o intervalo entre a decretação da liquidação e o início dos pagamentos via FGC foi de três meses e seis dias.

Depois disso, houve a liquidação do Banco BRJ em 13 de agosto de 2015, cuja espera foi de 27 dias. Em seguida, o Banco Azteca do Brasil, liquidado em janeiro de 2016, registrou um prazo de um mês e 17 dias, o equivalente a 47 dias.
 

Historicamente, a maior ocorreu no caso da liquidação do BFI (Banco de Financiamento Internacional), decretada em abril de 1996. Na ocasião, os investidores aguardaram três anos, oito meses e três dias. Segundo o FGC, uma pendência extrajudicial impediu o pagamento imediato.

Em seguida aparece o Banco Vega, liquidado em 1997, cujo intervalo entre a decretação da liquidação e o início dos pagamentos foi de seis meses e 12 dias.
 

O terceiro caso com maior espera foi registrado pelos credores do Banco Proper, liquidado em setembro de 2012, que aguardaram cinco meses e quatro dias.
 

Apesar de as liquidações mais recentes terem um tempo médio de 30 a 40 dias, não há um prazo legal definido para a conclusão dessa etapa. A consolidação e a validação das informações variam de acordo com a complexidade de cada caso e dependem do trabalho do liquidante, o que significa que eventuais atrasos, por si só, não configuram irregularidade.
 

São cobertos pelo FGC, entre outros instrumentos, os CDBs (Certificados de Depósito Bancário), as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e as LFs (Letras Financeiras), observados os limites e as regras de cobertura do fundo.
 

Apesar do montante envolvido no caso do grupo Master, o FGC afirma ter recursos suficientes para realizar os pagamentos. Em junho, a liquidez do fundo somava R$ 121,1 bilhões.

Fonte: Bahia Noticias

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Volta às aulas mais cara: preço de material escolar sobe quase 280% https://jnewscast.com.br/volta-as-aulas-mais-cara-preco-de-material-escolar-sobe-quase-280/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=volta-as-aulas-mais-cara-preco-de-material-escolar-sobe-quase-280 Mon, 05 Jan 2026 12:51:08 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=1303 A compra de material escolar registrou uma alta de 276,92%, em meio de uma pesquisa realizada anualmente pelo Procon-SP. O aumento significativo entre o valor praticado por estabelecimentos diferentes para um mesmo produto foi encontrado na caneta esferográfica Trilux da Faber Castell. O produto, que em um estabelecimento era vendido por R$ 4,90 em outro era comercializado por R$ 1,30. Apesar […]

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A compra de material escolar registrou uma alta de 276,92%, em meio de uma pesquisa realizada anualmente pelo Procon-SP. O aumento significativo entre o valor praticado por estabelecimentos diferentes para um mesmo produto foi encontrado na caneta esferográfica Trilux da Faber Castell.

O produto, que em um estabelecimento era vendido por R$ 4,90 em outro era comercializado por R$ 1,30. Apesar de o preço ser nominalmente baixo, na soma de toda a lista de compras os pequenos valores acabam por influenciar todo o orçamento.

O levantamento, realizado em dezembro do ano passado pelos especialistas do Procon-SP, envolveu 134 itens de materiais escolares como apontador de lápis, borracha, caderno, caneta esferográfica, caneta hidrográfica, cola, giz de cera, lápis de cor, lápis preto, lapiseira, marca texto, massa de modelar, papel sulfite, refil para fichário, régua, tesoura e tinta para pintura a dedo.

“A iniciativa do Procon-SP tem como objetivo auxiliar os consumidores na hora das compras, oferecendo referências de preços – preços médios, maiores e menores obtidos na amostra”, informou em nota.

Os produtos que variaram positivamente foram: borracha (4,03%), cadernos (7,86%), cola bastão (1,36%), lápis de cor (4,76%), lapiseira (4,44%), marca texto (0,65%), massa de modelar (1,79%), régua plástica 30cm (4,88%), tesoura sem ponta (7,52%).

A coleta dos preços foi feita em nove estabelecimentos comerciais distribuídos pelas regiões norte, sul, oeste, leste e centro do município de São Paulo, nos dias 15 e 16 de dezembro.

Foram coletados os preços à vista pago por meio do cartão de crédito.

Fonte: A TARDE

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Economia da Bahia cresce 3,2% no primeiro trimestre de 2025 https://jnewscast.com.br/economia-da-bahia-cresce-32-no-primeiro-trimestre-de-2025/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=economia-da-bahia-cresce-32-no-primeiro-trimestre-de-2025 Thu, 05 Jun 2025 13:05:51 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=970 A economia baiana apresentou um crescimento de 3,2% no primeiro trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024. Esse resultado foi divulgado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) nesta quarta-feira (4). Em relação ao último trimestre de 2024, o avanço foi de 0,9%. No cenário nacional, o Produto […]

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A economia baiana apresentou um crescimento de 3,2% no primeiro trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024. Esse resultado foi divulgado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) nesta quarta-feira (4). Em relação ao último trimestre de 2024, o avanço foi de 0,9%. No cenário nacional, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil registrou um crescimento de 1,4% no primeiro trimestre de 2015.

O PIB da Bahia alcançou R$ 138,5 bilhões em valores correntes. Dessa quantia, R$ 122,2 bilhões correspondem ao Valor Adicionado (VA), indicador que mede a contribuição dos setores produtivos, e R$ 16,3 bilhões são relativos aos impostos arrecadados no período.

Entre os setores econômicos, a agropecuária destacou-se com um crescimento de 9,7%, impulsionado principalmente pelo aumento da produção agrícola nas principais culturas colhidas no período.

A indústria apresentou uma expansão de 4,8%, influenciada pelas indústrias de transformação, que cresceram 5,9%, e pela construção civil, com alta de 6,8%. Por outro lado, a produção de eletricidade, água e esgoto manteve-se estável (0,0%), enquanto a atividade extrativa mineral recuou 0,7%, impactada pela queda na produção de petróleo e gás natural.

O setor de serviços avançou 2,1% no trimestre, com destaque para atividades imobiliárias (+2,3%), transportes (+1,5%) e administração pública (+0,2%). O comércio permaneceu praticamente estável, com ligeira variação positiva de 0,1%, enquanto o grupo “outros serviços” cresceu 4,9%.

Armando Castro, diretor de Estatística da SEI, afirmou: “Este resultado do PIB confirma o bom desempenho econômico da Bahia, que cresceu acima do Brasil e que já vinha sendo apurado pelo aumento do emprego com mais de 40 mil novas vagas formais no ano, crescimento de 8,4% do turismo no trimestre e superávit na balança comercial baiana, revelando como a atração de investimentos locais correlacionada com as políticas que permitiram mais consumo das famílias vêm trazendo resultados econômicos positivos.”

Redação: JNEWSCAST

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Medida Provisória de Isenção de Conta de Luz e Reformulação do Setor Elétrico https://jnewscast.com.br/medida-provisoria-de-isencao-de-conta-de-luz-e-reformulacao-do-setor-eletrico/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=medida-provisoria-de-isencao-de-conta-de-luz-e-reformulacao-do-setor-eletrico Thu, 22 May 2025 13:52:39 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=829 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, na quarta-feira (21/5), uma medida provisória (MP) que estabelece isenção na conta de energia para 40 milhões de brasileiros e isenção do pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para outros 60 milhões. O governo estima que as medidas terão um custo de aproximadamente R$ 3,6 […]

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, na quarta-feira (21/5), uma medida provisória (MP) que estabelece isenção na conta de energia para 40 milhões de brasileiros e isenção do pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para outros 60 milhões. O governo estima que as medidas terão um custo de aproximadamente R$ 3,6 bilhões.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou que os benefícios serão viabilizados através da revisão de incentivos direcionados à geração de energia elétrica. Ele ressaltou que, embora esses incentivos tenham sido fundamentais para a transição energética do país, é necessário atualizá-los para garantir a justiça tarifária.

“Essa mudança beneficiará mais de 100 milhões de brasileiros, sendo 60 milhões por meio da tarifa social e mais de 40 milhões com o que chamamos de novo desconto social”, afirmou Silveira. Ele ainda explicou que os ajustes nos incentivos dados às geradoras são essenciais, pois, embora tenham sido importantes para colocar o Brasil na vanguarda da transição energética global, não fazem mais sentido para os consumidores a partir deste momento.

Compreendendo a Tarifa Social de Energia

A tarifa social é um mecanismo que oferece descontos na conta de luz para famílias de baixa renda. Atualmente, o percentual de desconto varia conforme o consumo de energia: consumidores com até 30 kWh/mês têm um desconto de 65%, aqueles que gastam entre 31 kWh/mês e 100 kWh/mês recebem 40%, e quem consome entre 101 kWh/mês e 220 kWh/mês conta com 10% de desconto. Já os que consomem mais de 220 kWh/mês não têm direito a descontos.

Além disso, indígenas e quilombolas têm isenção total da cobrança, caso o consumo mensal não ultrapasse 50 kWh.

Com a nova proposta, a isenção será estendida a quem consome até 80 kWh/mês, com gratuidade para todos que estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico). No entanto, não haverá mais descontos para os consumidores que ultrapassarem esse limite.

Abertura do Mercado Livre de Energia

Além das mudanças na tarifa social, o governo planeja uma reforma no setor elétrico que visa permitir que consumidores possam escolher seu fornecedor de energia. A previsão é que, a partir de agosto de 2026, indústrias e comércios possam selecionar o fornecedor de energia. Em dezembro de 2027, essa opção será estendida a todos os consumidores residenciais.

Redação: JNEWSCAST

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“Inflação de Março Apresenta Queda no IPCA, Mas Salvador Registra Alta Acima da Média Nacional” https://jnewscast.com.br/inflacao-de-marco-apresenta-queda-no-ipca-mas-salvador-registra-alta-acima-da-media-nacional/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=inflacao-de-marco-apresenta-queda-no-ipca-mas-salvador-registra-alta-acima-da-media-nacional Fri, 11 Apr 2025 12:53:24 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=449 O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação do Brasil, trouxe tanto boas quanto más notícias para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conforme divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (11). Entre as boas notícias, destaca-se a queda expressiva da inflação entre fevereiro e março. Se em fevereiro […]

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação do Brasil, trouxe tanto boas quanto más notícias para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conforme divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (11).

Entre as boas notícias, destaca-se a queda expressiva da inflação entre fevereiro e março. Se em fevereiro o IPCA havia registrado 1,31%, o maior patamar desde março de 2022, em março houve uma redução significativa para 0,56%, refletindo uma desaceleração de 0,75%.

Porém, as más notícias surgem ao analisarmos a inflação acumulada nos últimos 12 meses, que subiu para 5,48% em março, superando os 5,06% registrados no mês anterior. No ano de 2025, o IPCA acumula alta de 2,04%, enquanto no mesmo mês de 2024 a variação foi de apenas 0,16%.

Além disso, todos os grupos de produtos e serviços apresentaram alta em março. O maior impacto negativo veio novamente do grupo Alimentação e Bebidas, que acelerou de 0,70% para 1,17%, contribuindo com 0,25 ponto percentual para o índice geral. Este grupo foi responsável por 45% da inflação oficial do mês. Os principais produtos que pesaram no bolso dos consumidores foram o tomate (22,55%), o café moído (8,14%) e o ovo de galinha (13,13%), que juntos responderam por 25% da inflação de março. O café moído, por exemplo, já acumula um aumento de 77,78% nos últimos 12 meses.

O grupo Transportes, com variação de 0,46%, teve o segundo maior impacto no índice geral, mas desacelerou em relação ao mês de fevereiro (0,61%). A variação foi influenciada pelo aumento das passagens aéreas, que passaram de uma queda de -20,46% em fevereiro para uma alta de 6,91% em março.

Por outro lado, os combustíveis apresentaram desaceleração em relação ao mês anterior. A gasolina teve uma variação de 0,51%, abaixo dos 2,78% registrados em fevereiro. O óleo diesel variou 0,33%, enquanto o etanol subiu 0,16%. O gás veicular também teve alta, passando de -0,52% em fevereiro para 0,23% em março.

Em termos regionais, Curitiba e Porto Alegre registraram a maior variação, com 0,76%, impulsionadas pela alta da gasolina (1,84% e 2,43%, respectivamente). A menor variação ocorreu em Rio Branco (0,27%), devido à queda nas passagens aéreas (-16,01%), e em Brasília (0,27%), onde houve uma redução de 24,18% nas tarifas de ônibus urbanos.

Salvador registrou uma variação de 0,41% em março, abaixo da média nacional de 0,56%. No entanto, a capital baiana teve um aumento de preços de 2,18% no acumulado do ano, superando a média nacional de 2,04%. Nos últimos 12 meses, Salvador também apresentou inflação superior à média do país, com um índice de 5,63%, enquanto a média nacional foi de 5,48%.

Redação: JNEWSCAST

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Tesouro RendA+ completa dois anos com recorde de investimentos https://jnewscast.com.br/tesouro-renda-completa-dois-anos-com-recorde-de-investimentos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tesouro-renda-completa-dois-anos-com-recorde-de-investimentos Sun, 09 Feb 2025 16:02:30 +0000 https://jnewscast.com.br/?p=35 Criado em 2023 para complementar a aposentadoria, o Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra completou 2 anos com recorde de investimentos. No fim de janeiro, o total aplicado no título somava R$ 4 bilhões, alta de 150% em 12 meses. Segundo o Tesouro Nacional e a B3, a bolsa de valores brasileira, 61% dos investidores no título público […]

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Criado em 2023 para complementar a aposentadoria, o Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra completou 2 anos com recorde de investimentos. No fim de janeiro, o total aplicado no título somava R$ 4 bilhões, alta de 150% em 12 meses.

Segundo o Tesouro Nacional e a B3, a bolsa de valores brasileira, 61% dos investidores no título público têm de 25 anos a 44 anos de idade. Criado pela B3, pelo Tesouro e pela Secretaria de Previdência do Ministério da Previdência Social, o Tesouro RendA+ permite que o investidor planeje uma data para a aposentadoria e receba uma renda extra mensal por 20 anos a partir da data de vencimento do papel escolhido. O valor é corrigido mensalmente pela inflação, para garantir o poder de compra do investimento.

O período de acumulação de capital, equivalente à vida desse título, é de 7 anos a 42 anos, dependendo do vencimento escolhido pelo investidor. Existem oito datas de vencimento do papel, de 15 de janeiro de 2030 a 15 de janeiro de 2065, sempre com intervalos de 5 anos entre um título e outro (2030, 2035, 2040, 2045, 2050, 2055, 2060 e 2065).

De acordo com o Tesouro Nacional e a B3, além do interesse em financiar a aposentadoria, ações como o cartão de presente do Tesouro Direto têm contribuído para o aumento dos investimentos do RendA+. Criado em dezembro, o Gift Card B3, cartão pré-pago que permite presentear títulos públicos a terceiros, movimentou R$ 250 mil em um mês.

O Tesouro também cita a Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef), voltada para estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e 1º ano do ensino médio, como fator que contribui para o resultado.

É possível começar a investir no Tesouro RendA+ com qualquer valor. Até novembro do ano passado, existia um limite mínimo de R$ 30, mas agora o investidor pode aplicar a partir da fração de 1% do valor do papel escolhido. Não há limite para compras dos ativos. O investidor pode adquirir quantos títulos quiser dentre os oito títulos do Tesouro RendA+ disponíveis, respeitando um limite de R$ 2 milhões por mês.

O investidor que fizer o resgate antecipado dos títulos antes de 10 anos pagará uma taxa sobre o valor de resgate de 0,5% ao ano. Entre 10 anos e 20 anos, a taxa cobrada será de 0,2% ao ano. Acima de 20 anos, 0,1% ao ano. Nesse caso, não há cobranças de taxas semestrais. O investidor só paga a taxa de custódia no momento do resgate que ocorrer antes do vencimento do título.

A taxa de custódia também é cobrada se, no momento da conversão em renda dos títulos acumulados, o investidor receber mais de seis salários mínimos por mês. Nesse caso, a taxa de 0,1% ao ano incidirá sobre o que exceder os seis salários.

O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa semestral para a B3, que tem a custódia dos títulos. 

Outras informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis pré-fixados.

Créditos: Agência Brasil

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